Capoeira e Inclusão Social

Março 29, 2007

SALVE SALVE

Arquivado em: Uncategorized — Fabiano Portela Schmidt @ 5:37 pm

capoeira2.gif

Salve Salve a Capoeira

Salve Deus Nosso Senhor

Salve, Salve Todos os Mestres

De Aluno a Professor…

Assim começa essa ladainha que acho que muitos sabem cantar. É uma saudação. Saudação aos alunos e professores.

Essa é a idéia desse blog, uma saudação a todos os amigos, mestres, alunos e professores.

Um espaço que vai além do movimento dos dedos em digitar. É um lugar onde o privilégio é da comunicação.

O título já fala muito do nosso principal assunto, a capoeira. Mas ela não reina sozinha aqui. Junto com a capoeira vamos falar sobre blogs, sobre comunicação, sobre inclusão e nossas experiências.

É por aqui que nossa conversa começa. Seja Bem Vindo! Salve.

24 Comentários »

  1. Muito bem, Fabiano. Texto solto e leve. Proposta clara. Muita gente vai querer aprender sobre capoeira. E jogar um jogo com raízes culturais profundas certamente vai dar sentido a esforços para a tão desejada inclusão. Seria bom você pesquisar um pouco sobre blogs que conversam sobre capoeira e colocar no blogroll links para os mais significativos. Bola pra frente, Jarbas.

    Comentário por jarbas — Abril 16, 2007 @ 1:57 am

  2. Caro Fabiano gostei muito da criatividade com que você está apresentando o seu BLOG. Parabéns! Capoeira tem tudo a ver com inclusão. Essa prática une movimento, cultura,música,artes visuais, teatro e dança, oferecendo com certeza um espaço de aprendizagem, inclusão e criatividade, por isso tem o seu jeito… Continue assim , que o seu blog será só sucesso !Um abraço Prof. Dinéia

    Comentário por dineia — Abril 19, 2007 @ 3:34 am

  3. Fabiano!!!!!
    Parabéns pelo belíssimo trabalho… sua paixão pela capoeira, é transmitida a cada palavra!!! È isso mesmo…PAIXÃO!!!! Paixão é tudo… no trabalho realizado!!! A Profª Dinéia, me convidou a visitar seu blog…. GOSTEI MUUUUUITO!!!!
    Você tem uma grande conquista à frente…continue crescendo e pesquisando sempre!!!
    Aliás… eu vi sua apresentação, na USJT, naquela semana da Pedagogia( no começo deste ano!) fiquei muito entusiamada , com seu trabalho.
    Educar é um ato de amor!!!! E você , transmite isso claramente!!!!
    SUCESSO!!!!
    Ogrigada por me indicar, no BLOGROLL…foi muita gentileza!!!!
    P A R A B È N S….. S U C E S S O !!!!
    Com carinho!!!!
    Profª Tânia Juliani

    Comentário por tania juliani — Abril 19, 2007 @ 11:25 pm

  4. Caro Fabiano a convite da prof. Dinéia estou visitando o seu BLOG. devo confessar que fiquei encantada, e como sou praticante de esportes , juro que me incentivou com a chamada ladainha a tentar essa prática da capoeira. Um abraço Prof. denize

    Comentário por prof. Denize Thomaz — Abril 20, 2007 @ 5:38 pm

  5. Oi Fabi!!!

    Estou aqui visitando seu blog, e dei uma lida!!! A sua proposta é muito legal. Eu adoro esportes em geral. Acredito que muito esportes é uma forma de inclusão, basta saber trabalhar. cEspero de coração que vc consiga transmitir a muitos educadores a sua proposta aqui, pois é muito valiosa.

    bjinhos
    Cibele

    Comentário por Cibele — Abril 20, 2007 @ 10:25 pm

  6. Fabiano
    Parabéns, mais uma vez por este excelente trabalho, que você continue sendo sempre assim.
    Parabéns as colegas do seu grupo por participarem neste projeto.

    Márcia

    Comentário por Marcia (1 Pedagogia USJT) — Maio 3, 2007 @ 4:28 pm

  7. Fabiano,
    Como vamos fazer para trocar aquela figurinhas novamente, estou precisando daquele material
    sobre “capoeira”, para enviar a uma certa pessoa.

    Um abraço,
    Márcia( 1ºPedagogia USJT)

    Comentário por márcia — Maio 8, 2007 @ 4:25 pm

  8. Caro Fabiano,

    Cá estou de volta e vejo que você aparentemente anda sem tempo para blogar. Uma pena! Vê se arranja alguns minutos para postar novas mensagens enriquecnedo a blogosfera com os saberes da capoeira. Abraço,

    Jarbas Novelino Barato

    Comentário por jarbas — Maio 21, 2007 @ 2:03 pm

  9. Oi Fa!!!

    O teu blog tem um ótimo tema…aproveite!!!!

    Gostaria de q vc entrassem no meu e comentassem, tem um tópico só para o pessoal da sala.

    Beijos

    Comentário por Rayssa Winnie — Junho 17, 2007 @ 1:49 pm

  10. Caro Fabiano.

    Muto bom. Um texto leve e solto como um “AÚ”. Continue divulgando nossa Arte/Luta/Dança desenvolvida no Brasil. Sou da Cidade de Rondonópolis-MT e pesquiso a Copeira como prática de inclusão social no Estado de Mato Grosso, entre 1950 à 2000.
    Gostaria de receber sua visita na minha página para que pudessemos trocar algumas informações sobre a temática.

    http://www.varelukka.weblogger.com.br

    Luiz Carlos

    Comentário por Luiz Carlos Varella de Oliveira — Agosto 17, 2007 @ 9:46 pm

  11. CARO FABIANO!

    Obrigado pelas palavras de carinho e consolo. Também sou amigo do Jarbas que me incentiva a essas escrivinhações. Depois, os amigos que me aturem. Vou continuar cliente do seu Blog. Você tem coisas a dizer. Abraços, JUVENAL

    Comentário por JUVENAL — Agosto 18, 2007 @ 9:43 pm

  12. FAZITO…
    O seu blog está realmente apaixonante!!!
    É muito bom escrever de algo que temos afinidade, não?!?!
    Este assunto é a sua “cara”!!!
    amigo…. escreva mais sobre este “mundo”, gostaria de aprender muito mais e sei que você tem muito a oferecer!!!
    beijos da sempre amiga….
    PAULINHA!!!!

    Comentário por Ana Paula Mota — Agosto 19, 2007 @ 2:26 pm

  13. Ie Camarada

    Que capoeirista seria eu se não começasse dessa forma, falar de capoeira não é só falar de movimentos, ginga e musica e sim tocar tmbm na historia do nosso pais, para nós que praticamos essa arte, é de muita importancia que existam espaços como esse, começou muito bem com essa ladainha, e para qm somente leu, ouvi-la ao som do berimbau é bem melhor, somente quem é capoeirista sabe disso, sabe da energia que fica em torno de uma roda de capoeira, principalmente para os dois jogadores no meio delas, o som de um coro, uma bateria afinada, uma voz q sabe puxar, ladainha com sentimento e corridos , isso são coisas que somente um capoeirista sente, nos treinos, do inicio ao final da aula, falo da minha academia existe sempre o respeito mutuo entre os alunos, dos mais novos aos mais antigos, do último que entrou ao mestre que fundou a academia, respeito que é cultivado na amizade, laços que são feitos como se fosse um laço de familia, um grupo de irmãos, amigos não somente de academia e sim de parar e conversar horas na rua qdo se encontra, a capoeira alem de condicionamento da para o praticante ensina ele a respeitar o proximo, não usar o que aprendeu em outros sem necessidade, a se afastar de coisas como as drogas, isso é conversado principalmente com as crianças, antes mesmo que pensem em ter algum contato com isso, ela te da uma infinidade de coisas a fazer, ocupa sua mente com coisas a aprender, te da amigos que não gostam de coisas errada e que também não te levaram pra esse tipo de lugar, ou seja, Capoeira, aquela arte inventada pelos negros pra se defenderem , hj em dia defende defende muitos contra o mundo do crime, é bem mais gostoso estar treinando, q pra mim pessoalmente é uma diversão, do que estar roubando, ou mesmo tirar da nossas vidas o sedentarismo que nosso corpo ama.

    Bom, acho que ja escrevi demais, não sei o quanto eu sai fora do assunto, Fabiano, um abraço meu velho, espero que possamos nos encontrar em alguma Roda pra jogarmos e na grande Roda da Vida, ja que a Capoeira nos prepara ainda mais para essa outra Roda, pra termos juizo e cabeça pra discenir o que é certo e o que é errado…..

    Fico por aqui irmão…. muito axé pra vc
    fui q fui

    Comentário por Junior — Agosto 22, 2007 @ 3:57 am

  14. Salve meu caro Junior, Axé Camarada.
    Sabe meu amigo que quando ouço o som do berimbau e do atabaque algo incrível acontece comigo. É como se todas as células do meu corpo vibrassem nesse ritmo louco também. Eu realmente acredito que são os sons dos meus antepassados, também escravizados em algum momento lá da África para nosso querido Brasil. Como vc disso falar de capoeira não é só falar da ginga, música ou movimentos, é falar de nossa história. História do povo brasileiro, um povo, que científicamente comprovaddo, não é só branco, negro, ou oriental; é um povo forjado pela mistureba desses e de outros tantos. Obrigado por falar em respeito porque isso é a base de qualquer relacionamento. É a base dos treinos, da roda, do jogo, é a base de nossa amizade também. Valeu por compartilhar o que a capoeira é para vc. Realmente me deixa feliz ver capoeiristas como vc.
    Axé meu irmão.

    Comentário por Fabiano Portela Schmidt — Agosto 29, 2007 @ 11:38 pm

  15. E ae Juvenal belizinha?? Muito obrigado por responder… poxa gostei do negócio de continuar cliente do meu blog… sabe que eu não andava muito feliz pq eu tinha meio q deixado ele no mofo. Coisas da vida atrapalharam a minha vida. Mas sabe o que me anima?? Coisas como essa que vc disse, que eu tenho coisas a dizer… isso é uma verdade. Eu tenho uma porção de coisas que quero compartilhar com as pessoas, coisas que tenho aprendido, vivido. Acredito tanto que elas podem ajudar alguem de algum modo. E vou fazer isso, vou falar de coisas. Abraço Juvenal e nos falamos

    Comentário por Fabiano Portela Schmidt — Agosto 30, 2007 @ 3:16 am

  16. Caro Fabiano fico feliz que você tenha voltado. Adorei a música! Salve ! Abraços professora Dinéia Hypolitto

    Comentário por prof Dinéia Hypolitto — Setembro 2, 2007 @ 3:12 am

  17. Olá Fabiano parabéns pelo Blog, muito bem escrito e criativo eu não entendo nada de capoeira, e até entrar no curso de licenciatura, o quando conheci um colega professor de capoeira, eu nunca tinha pensado em capoeira como forma de educação, pensava apenas em lazer, ignorância minha é verdade.Hoje sei da importância capoeira, podendo ser um importante instrumento de ensino no auxilio de pessoas com deficiência auditiva, achei bárbaro. Quanto a avaliações concordo plenamente que todas as pessoas de todas as idades ficam com aquele friozinho na barriga quando têm prova, concurso ou mesmo uma entrevista. Será que a professora Dineia sentiu um friozinho também com deu aquela entrevista sobre avaliação???.
    Achei a entrevista dela o máximo, concordo plenamente que a avaliação tem que ser formativa e não apenas somativa, a avaliação é um processo de aprendizagem, de parceria, de reflexão, com o intuito de levar nossos alunos a crescerem como profissionais competentes e sobretudo como pessoa, devemos nos preocupar em formar seres humanos pensantes e não máquinas com conhecimentos técnicos. Para conseguirmos isto é necessário que nos professores sejamos reflexivos, devemos avaliar as nossas práticas, somente quem si avalia é capaz de avaliar corretamente alguém. Beatriz M. Saraiva RA 923010157 (aluna turma de sábado)

    Comentário por Beatriz M. Saraiva RA 923010157 — Setembro 16, 2007 @ 1:46 am

  18. Oi Bia… obrigado por escrever. Sabe que eu mesmo jogando capoeira há algum tempo, não conseguia ver a capoeira com os olhos da educação, pra mim na realidade era só uma luta, uma arte marcial mesmo. As coisas mudaram muito quando comecei a me envolver com educação. Passei a ver a capoeira como uma grande brincadeira, aliás é assim que eu a defino hoje. Hoje depois de estudar algumas coisas, posso olhar a capoeira com outros olhos. Já enxergo ela como uma forma de aprender mais sobre nossa cultura e principalmente valorizar a aprendizagem que está fora dos muros da escola, na verdade um instrumento para a inclusão.
    Também tenho alguns amigos que trabalham com deficientes auditivos, realmente é um trabalho show de bola. A primeira vez que joguei com alguem que com deficiencia, fiquei com medo de fazer algo de errado, sei lá machucar. Era uma menina com problemas auditivos. Depois, na roda, nem lembrava que ela tinha algo diferente, na realidade o diferente lá era eu, porque ela jogava muito melhor que eu, fazer o que né?
    Sobre a entrevista da Dinéia, fantástica não? Me ajudou a pensar mais sobre a avaliação como uma forma triste de exclusão.
    Abço e volte sempre.

    Comentário por Fabiano Portela Schmidt — Setembro 16, 2007 @ 2:30 am

  19. Olá Fabiano.
    Muito interessante seu blog falando de um tema tão apaixonante como a capoeira, considerada uma arte que encanta a todos com seus movimentos e ritmo contagiante. Falando também sobre a entrevista que podemos conferir no site na professora Dinéia Hypolitto, a Avaliação vem sofrendo modificações no decorrer dos anos, e deixou de ser somente aquela “prova” traumatizante, para ser um projeto, onde alunos e professores trabalham em conjunto, de forma construtivista, onde o professor dentro de uma postura reflexiva, compreende que a avaliação caminha ao lado da aprendizagem, e a “troca” de conhecimento é uma constante em nossa caminhada do saber.

    Parabêns pela forma atraente de apresentar este tema tão legal! Um grande abraço.

    Luciana Ruiz Gonzalez (aluna do curso de Formação de Professores da USJT)

    Comentário por Luciana Ruiz Gonzalez — Setembro 17, 2007 @ 3:39 pm

  20. Oi Luciana.
    Também acho a capoeira uma arte encantadora e contagiante. Acho incrível como tantos adjetivos cabem dentro de algo tão simples, que na realidade é um espelho da identidade do nosso povo.
    Sabe tenho trinta anos, a avaliação não era muito legal na minha época, nunca ouvi falar em construtivismo ou profissional reflexivo, bom acho que naquela época mesmo que eu ouvisse, jamais saberia o que queria dizer, mas tenho certeza que se tivesse vivido isso, hoje saberia o que foi. Realmente muitas transformações têm ocorrido, mas ainda falta muito. Acho que uma das principais questões é o professor sair da faculdade com consciência sobre a realidade de nossas escolas. Ainda a grande parte dos professores são tradicionais, aplicam avaliações somativas e excluem seus alunos dessa forma. Sei que quando saimos da faculdade o mundo é diferente de muitas coisas que aprendemos, mas a semente da transformação foi lançada, agora é hora de adubar nossas ações para poder transformar o que acreditamos.
    Valew por ter escrito, volte logo.
    Abço…

    Comentário por Fabiano Portela Schmidt — Setembro 18, 2007 @ 7:42 pm

  21. Salve! Fábio!
    Gostei muito do seu blog, também pratiquei capoeira desde pequeno em idas e vindas, pratiquei por mais de um ano na USJT, com o Mestre Mané, mas tive de parar por uns tempos por causa do meu joelho.
    Acho que a capoeira tem tudo a ver com inclusão, aliás no passado foi a maior arma dos negros contra a exclusão, lembrando que eles tinham de lutar contra os brancos apenas com a força corporal (corpo X armas de fogo). Estive a uma tempo atrás no morro da Barriga em Alagoas, onde há uma estátua de Zumbi, fiquei tentando imaginar como foi sua luta, a luta de todo povo negro, suas estratégias, seus receios, dificuldades, fome talvez, etc.
    Acho a capoeira um esporte muito completo e com um diferencial muito grande que é a música (o que outras modalidades de luta não tem). Quando você escuta o berimbau tocar, parece que uma “essência” te atrai e te desperta uma vontade grande de jogar. É inexplicável.
    Fazendo uma ligação entre capoeira e avaliação quero ressaltar a importância da participação nas aulas de capoeira, na verdade é uma construção de tijolo por tijolo que ao final do ano resulta na mudança de uma cordão (mais graduado), ou seja, não há como você estudar para a prova no dia do batizado, você só troca de cordão se durante os treinos teve evolução, aprendeu os golpes, defesas, história, a tocar um instrumento, etc. Vejo isto como uma avaliação continuada, onde o mestre sabe quem está evoluindo e orienta, aula a aula, os alunos para que eles evoluam e mereçam aumentar sua gradução ao final do ano.
    Vou parando por aqui, pois este tema é muito amplo e podemos ficar horas falando sobre isto.
    Parabéns pelo Blog!

    Comentário por Herwin Saito Schultz (Formação de Professores-USJT) — Setembro 22, 2007 @ 11:07 pm

  22. Oi Fabiano a convite da Profª Dinéia estou visitanto seu blog. Muito legal, interessante, criativo… Parabéns! Quanto a entrevista da Profª Dinéia sobre a Avaliação é trabalhar hoje com uma nova visão ou seja uma nova concepção. Avaliação tem que ser processual; fazer acontecer, contínua; constante, permanente, diagnóstica; ver quais são as dificuldades e a escola tem que oferecer recurso; uma solução. Por fim, a Avaliação tem que ser formativa: processo com isso visa garantir melhores condições de ensino e aprendizagem e não como castigo. O objetivo é que o aluno seja reflexivo para exercer sua cidadania. Um abraço

    Denise Neves C. Ramos
    Curso: Licenciatura – Turma: Sábado
    Profª Dinéia – Prática

    Comentário por Fabiano — Setembro 23, 2007 @ 3:09 am

  23. Salve Herwin.
    Caraca que nome diferente. Quando vi o primeiro nome, falei olho o cara, irlandês; depois Saito me lembrow japonês e Shultz alemão. Cara me mata essa curiosidade depois tá?
    Vc sabe que eu tb joguei com o mestre Mané? Joguei em 2004 e vc? Escrevi sobre ele no meu TCC, poxa olha o monte de coincidencias, vai ver a gente até se conhece. Hoje jogo no Lendas do Abaeté aqui no meu bairro.
    Cara vc teve na estátua de Zumbi? Que legal hein. Às vezes tb penso como deve ter sido para os negros essa luta por sua liberdade. O sofrimento, a dor da distancia da sua terra, a humilhação do escravizador. É impressionante pensar que o Brasil foi um dos últimos países a abolir a escratura, é uma vergonha a humanidade assim como foi o Nazismo, Auschwtz entre outros, coisas que não devem ser repetidas nunca.
    Tb acho que o diferencial da capoeira é a música, talvez seja um dos elementos que a tornem tão fascinantes. Como eu sempre falo, quando o berimbau toca e batem o atabaque, é como se meu corpo todo explodisse tb.
    Muito legal sua relação entre capoeira e avaliação continuada. É um ótimo exemplo. Realmente na troca do cordão não há como estudar de ultima hora pra tirar nota. A troca de cordões é só um momento, uma festa. O que valeu de verdade foi o seu treino durante o ano. A escola também deveria ser assim. O final do ano deveria ter só a festa, o importante seria o que vc aprendeu durante o processo. Já imaginou como funcionaria isso no ensino superior? Nossos professores somente festejando o final do ano! Será que os professores universitários tão prontos pra essa proposta? Difícil né? Bom vamos começar pelas base que são as crianças, quem sabe alcançamos isso um dia e o devaneio deixa de ser utopia.
    Axé camarada.

    Comentário por Fabiano Portela Schmidt — Setembro 23, 2007 @ 8:00 am

  24. Oi Denise tudo bem?
    Obrigado por ter escrito. Também acredito numa nova concepção a respeito de avaliação. Eu fui vítima de várias formas de avaliação na escola. Sabe que uma vez eu fui chamado de palhaço por uma professora de inglês? Sabe quando foi isso? Pasme, foi no primeiro ano do ensino médio. Ela me chamou de palhaço porque eu não entendi o que ela tinha me perguntado e ela achou que eu tava brincando. Acabou comigo, até hoje odeio inglês, apesar de falar fluentemente. O problema é que professores fazem suposições sobre o que o aluno acha e daí surgem formas de avaliar, erradas é claro. Por isso é tão importante que professores em formação estudem, não para tirar nota (e olha eu já fiz isso muitas vezes), mas para poder ajudar a outros pessoas a partir de suas concepções sobre avaliação.
    Abço.

    Comentário por Fabiano Portela Schmidt — Setembro 23, 2007 @ 8:11 pm


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